Crónicas das Maternidade

Thoughts, stories and ideas.

Autoria de Patrícia Costa
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2017

Toda a verdade sobre as crónicas

Crónica de 02 / 09 / 2017

Com tanta curiosidade e alguns comentários que me deixam verde (para não dizer pior que lixada) vamos lá por alguns pontos nos "is" sobre as crónicas da maternidade:

  1. Chamam-se crónicas da maternidade porque são escritas, pasmem-se!, por uma mãe. Para lerem crónicas da paternidade, parentalidade, ou da família feliz, terão de procurar noutro local.

  2. Sim, a Clara tem um pai com quem se dá muito bem e, pasmem-se novamente!, também eu me dou. Cientificamente seria interessante ser filha de um óvulo hermafrodifa mas não, é mesmo só filha de dois gajos que se gostaram e copularam à maneira antiga.

  3. As crónicas da maternidade são escritas, pasmem-se novamente ou não porque já se pasmaram o suficiente, por mim. O que significa que reflectem a minha opinião e a minha experiência. Tão somente. Que a vida me ensinou há muito que cada um sabe de si já que Deus nem sequer sabe de todos.

  4. Eu sou uma mãe solteira porque sou mãe. E sou solteira. E vivo sozinha com a minha filha. Tudo o mais que se queira ler na expressão "mãe solteira" é mesmo só falta de se ler. Leiam mais que a cota parte de fantasia necessária ao cérebro funcionar bem fica preenchida.

  5. Um pouco como ser desempregada: não significa viver debaixo da ponte nem por conta de nenhuma herança familiar. Do 8 ao 80 vão uma série de números. Mas da leitura à especulação vai só uma palavra: a realidade.

  6. Este blog procura transcrever algo que acho singelo: a experiência mais íntima de uma pessoa: eu. Não importa vender bem ou fazer de conta. Angariar fãs, seguidores ou marcas. Importa defender que há algo importante neste mundo: sermos fiéis a nós próprios.

Posto isto adeus e até ao vosso regresso :)

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